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famosos CTGs de que tanto se orgulham os sul-rio-grandenses. Surpreende, da mesma forma, saber que os catarinenses igualam-se aos mineiros, no apreço pela cachaça, e que produzem uma bebida de qualidade. Outra surpresa: a farinha de mandioca catarinense é melhor que as do Nordeste e do Norte, mais conhecidas. Mais uma: a gralha azul e as araucárias, grandes símbolos do Paraná, são hoje mais facilmente vistas em Santa Catarina. E mais: entre os chorões que Pixinguinha admirava está o maestro Aldo Krieger, de Brusque, falecido em 1972 e autor de chorinhos, polcas, |
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hinos, sambas e valsas como Três Flores, Feijão com Carne-Seca, Só pra Quem Pode além de pai de Edino Krieger, nome ilustre da música erudita brasileira.
Além do rosário de surpresas, Santa Catarina pode exibir o de exclusividades e primazias. É a terra do único tenista brasileiro a p fter chegado a número um do mundo, Gustavo Guga Kuerten, tricampeão em Roland Garros, autêntico manezinho (nome dado a quem nasce em Florianópolis), e é também a sede, em Joinville, da única escola do Balé Boshoi fora da Rússia por sinal, duas capas consecutivas de Ícaro Bom do Brasil, em 2001 e 2002.
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É o estado pioneiro em praias de nudismo (Pedras Altas e do Pinho) e referência do nível do mar no Brasil (o Datum Altimétrico Brasileiro fica em Imbituba). É ainda a terra da blumenauense Vera Fischer, o mais duradouro símbolo sexual de nosso país (desde sua eleição como Miss Brasil, mais de três décadas atrás); e foi, em Nova Trento, o estado onde cresceu e se santificou Madre Paulina, venerada como a primeira santa brasileira, embora tenha nascido na Itália. De todo modo, quando os altares católicos vierem a ostentar uma santa de fato brasileira, o mais provável é |
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