O sol ainda nem nasceu atrás da Serra de São José quando no pequeno povoado de Bichinho a conversa dos bem-te-vis já se perde entre marteladas enérgicas e o canto de serras. Às 9 horas, quando batidas de um sino anunciam a pausa para o café, um homem de cabelos presos à la rabo-de-cavalo
fica sozinho no vasto galpão. Jeitoso, escolhe nas prateleiras repletas de milhares de rosetas, estrelas e passarinhos, todos talhados em madeira. Com mão segura e leve Antônio Carlos Bech preenche o quadro deitado num banco à sua frente. Em pouco tempop fdeixa uma composição pronta para ser